quinta-feira, 8 de junho de 2017

Mulher Maravilha

15:17:00 Escrito por Lucas Rodrigues , , , No comments
Eu não sou grande fã de filmes de super-heróis, mas quando vi que a opinião da crítica sobre Mulher Maravilha era positiva, decidi dar uma chance para o filme. Já é interessante ver uma super-heroína recebendo um filme solo, e o fato de Snyder não estar na direção foi interessante e levemente animador. Eu assisti ao filme dublado e em 3D. A obra tem 2h 21m e foi dirigida por Patty Jenkins.

História

Somos introduzidos a origem da personagem, já que a dela é a menos conhecida pelo grande publico. Vemos brevemente sobre a vida das Amazonas e sua mitologia de criação até sermos introduzidos a trama principal através de Steve Trevor, um piloto Inglês que cai na ilha ao ser perseguido por soldados alemães. Diana então confronta sua mãe, pedindo permissão para sair da ilha e tentar dar um fim à guerra da qual Steve fala, acreditando que ela seja culpa de Ares.

O resto da trama acompanha a missão dos dois e mais um pequeno grupo de conhecidos de Steve, em meio aos horrores da Primeira Guerra Mundial. Durante sua extensão, temos um bom desenvolvimento dos personagens, mesmo dos vilões, mas principalmente de Diana. Apesar disso, o confronto final do filme deixa muito a desejar.

Personagens

Diana é uma figura interessante. Uma mulher forte e focada desde muito pequena, fugindo escondida para treinar com sua tia, e decidindo ignorar a opinião de sua mãe quando essa diz que não a permitirá sair da ilha. Diferente do que se assume, a personagem não é tratada como inocente ao mundo de fora, e ao assumir isso, Steve é alvo de piada. Entretanto, ela não entende completamente a sociedade do novo mundo, e tem uma visão romantizada sobre a guerra e as pessoas, acreditando que o ódio e a maldade só podem ser causados por influência divina. Seu desenvolvimento é o ponto mais alto do filme.

Embora seja uma pessoa de moralidade nobre, Steve é mais espião que soldado. Somado a sua visão mais crua da realidade da guerra, ele se torna um par maravilhoso para interagir com Diana, gerando bons embates morais, mas também bons momentos de respiro.

Sameer, Charlie e Chefe formam o resto do grupo que Steve contrata para ajudá-los na missão. Embora nenhum deles receba imenso destaque durante o filme, todos ainda tem um pouco de desenvolvimento. Charlie tem um pequeno arco que acaba sendo meio pobre, e poderia ter recebido mais 2 ou 3 minutos de tela. Sameer e Chefe apenas revelam parte da sua história em momentos propícios, pontuando o filme com gotas de apoio a causas sociais que creio que nem a mais irracional das pessoas conseguirá criticar.


Produção

A ilha onde Diana cresceu é visualmente incrível e bem colorida. Embora Londres e o fronte de guerra tenhamos tons mais frios e cinzentos, a maior parte das cenas em ambientes fechados contam com cores quentes.

O filme conta com enquadramentos bonitos nas cenas mais calmas, mas a fotografia brilha de verdade no combate. Embora em alguns momentos a coreografia possa ser cartunesca de mais, deixando ações com um tom quase cômico, a maior parte das lutas são bem-feitas e fáceis de acompanhar, sem cortes excessivos que as tornem confusas ou não mostrem golpes. A falta de sangue nas lutas entretanto incomoda, com todas as balas e golpes de espada mostrados.

O roteiro é muito bem executado, conseguindo evitar cenas em que nada seja desenvolvido. O filme se leva um pouco menos a sério entre as cenas de ação, fazendo algumas boas piadas e brincadeiras entre os personagens, e até mesmo com os vilões.

Spoiler maior sobre o final do filme a frente. Pare de ler por aqui se ainda pretende assistir.

Nem tudo são flores. Embora em sua maior parte o filme seja bem executado e divertido, seu trecho final cai bastante em qualidade. Temos a revelação de quem é Ares, e Diana o enfrenta frente a frente. O problema é que é difícil comprar o vilão principal, pois você não consegue enxergar o ator escalado como deus da guerra. O roteiro também não ajuda, com frases extremamente cartunescas e bobas que ficariam fora de lugar até em um desenho como Super Amigos, e o dublador entrega as linhas de forma péssima. Até o visual consegue ser terrível, com um vilão feito de uma CG muito porca, e uma Diana despertando seus grandes poderes e fazendo patinação artística no asfalto enquanto derruba soldados alemães de forma ridícula. Bem, ao menos a última imagem antes de cortar para a cena de encerramento é bonita.

Em geral, eu gostei de Mulher Maravilha. Mesmo o final do filme não é o suficiente pra abalar de forma pesada minha opinião em relação a execução do roteiro. Não é uma história muito inovadora, e em 30 minutos de filme eu já tinha certeza sobre como seria o final, mas ele ainda é um filme bem-feito e divertido. Tenham uma boa semana!

Eu sou o deus do bigodinho!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Kuromukuro

12:00:00 Escrito por Nyu , , , No comments
Não sou muito fã de animes com mechas, o tema nunca me chama muito a atenção. Entretanto, isso não significa que eu jamais assistiria qualquer coisa que tenha mecha, mas a obra precisa despertar meu interesse. Kuromukuro estava ali na minha lista de recomendados na Netflix, eu achei o design dos personagens interessante e resolvi assistir o primeiro episódio. Gostei do que vi, continuei assistindo, e resolvi recomendá-lo. Lançado em 2016 pela P.A Works, é uma comemoração de 15 anos da produtora.

História

No Japão foi instituído o Instituto de Pesquisa Kurobe das Nações Unidas para investigar um antigo e estranho artefato, descoberto durante as escavações para a nova represa de Kurobe. Cientistas de todo o mundo se reuniram para estudar sobre o artefato, enquanto seus filhos estudam no Colégio Internacional MT. Tate.

Yukina é filha de uma das principais cientistas pesquisadoras do Instituto, e quando foi visitar sua mãe no trabalho, acabou encontrando o artefato, resolvendo o quebra-cabeça e abrindo-o. Dentro dele havia um samurai da era Sengoku adormecido, Kennosuke Tokisada Ouma.

Os dois precisam se juntar para controlar o mecha Kuromukuro e defender a Terra das forças alienígenas invasoras. Mas para isso acontecer, eles precisam ganhar a confiança tanto um do outro quanto do Instituto de Pesquisa.

Sobre o Anime

Kuromukuro tem uma história bem legal e empolgante. O anime sabe medir entre os momentos de comédia, tensão, mistério e ação, evitando se tornar monótono e chato, ou pura luta sem nada além disso. Os mistérios são legais, e nenhum deles fica sem respostas. O fato dos personagens terem uma boa interação entre si ajuda bastante no caminhar da história.


Os principais - Kennosuke e Yukina - tem uma ótima química desde o primeiro momento em que se encontram. Não há um personagem que você desgoste, pois mesmo os menos desenvolvidos possuem certo carisma. Além do character design deles ser bem legal.

Entretanto, alguns personagens parecem estar ali apenas para completar o time, já que falam bem pouco e aparecem apenas quando é conveniente. Eles nem recebem muita caracterização, como é o caso de Shenmei Liu, que serve apenas de segunda piloto de um dos mechas, em vez de estar ali por ser uma personagem interessante ou ter o que acrescentar na história.

Não há nada de muito surpreendente na história. Muitas coisas acabam sendo previsíveis, e você consegue adivinhar certos aspectos do plot, ou como a relação de certos personagens vai se desenvolver. E talvez por não ser fã de mecha, não gostei tanto dos robôs. Algo no visual deles não me agradou muito

A animação é bem-feita, possui uma palheta de cores bem viva, e as lutas são empolgantes. As músicas são boas, apesar de não ter nada de especial ou chamativo.

Minha Opinião

Como eu disse anteriormente, não sou fã de mechas, mas esse anime me chamou a atenção porque ele é muito mais sobre os personagens do que os robôs. Talvez Transformers não foi uma base boa para mim nesse quesito... Entretanto, vale muito a pena assisti-lo. A quem interessar, existe uma versão dublada do anime. Ela é boa, mas eu ainda assisti a versão original, pois achei a voz do Kennosuke mais condizente.

Vale muito a pena assistir. Tem alguns plot twists no meio da história, e você se vê torcendo para personagens que nem imaginava que torceria. Fica ai minha recomendação.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Sou uma grande fã da franquia Ghost in the Shell. Não só pelo cenário futurista cyberpunk muito bem construído, mas pela filosofia e questionamentos existenciais que ele traz através de seus personagens. A discussão que a obra faz é sobre como a tecnologia atinge a vida das pessoas e até que ponto você continua sendo você. Motoko Kusanagi, a personagem principal, é justamente a pessoa que traz esse questionamento. Sendo uma ciborgue, ela busca resposta sobre quem ela foi, quem ela é, e se ela continua sendo uma pessoa ou apenas uma coisa fabricada.

Seu questionamento existencial é o que faz Ghost in the Shell ser tão apreciado por muitos, principalmente para fãs de ficção científica e cyberpunk. Posso dizer sem medo que esta é a essência da obra. Tirar todo esse questionamento a faz ser apenas uma história de investigação policial.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell veio cheio de polêmicas, primeiro pelo fato de ser uma adaptação Hollywoodiana de uma obra japonesa, que costumam ser mal adaptadas e criam elementos desagradáveis para os fãs da franquia. Segundo que a escolha do elenco desagradou boa parte dos fãs da série, mas não entrarei nessa polêmica, pois existem vários sites que já falaram sobre isso. O meu intuito aqui é analisar como uma grande fã se o filme ao menos mantém a essência da obra, ou ele é apenas uma produção que segue o rito de estragar obras japonesas.

A História

Em um futuro próximo, o aperfeiçoamento do corpo humano é feito a partir de inserção tecnológica. Major Mira Killian (Scarlett Johansson) é o mais avançado aperfeiçoamento que a empresa Hanka criou, tendo como única parte orgânica seu cérebro. A Major é enviada para a Sessão 9, departamento de polícia no combate ao crime. Ao investigar o assassinato dos executivos da Hanka, a Major começa a ter falhas em seus sistemas, fazendo com que tenha recordações de um passado esquecido.

Sobre o Filme

O mundo é de encher os olhos. Nos é apresentado uma cidade cheia de prédios, neon e propagandas, diferente daquilo que estamos acostumados a ver nas obras japonesas. Por dentro, os lugares continuam muito bem-feitos e coerentes com tudo o que vimos na cidade. Entretanto, boa parte das cenas se passam em lugares escuros, com luzes azuladas e cheias de pontos coloridos e brilhantes. E em alguns momentos, isso traz um ambiente um pouco opressor.

As cenas de ações são legais, apesar dos constantes cortes que sofrem. Não são frenéticas como vemos em vários filmes, e não são constantes, mas quando aparecem são cenas divertidas e empolgantes. A atuação é boa, apesar de sentir falta de alguns personagens como o policial Togusa, que aparece poucas vezes. Scarlett Johansson até está boa para o filme, apesar que, pessoalmente, me acostumei demais a vê-la como Viúva Negra e fica um pouco difícil enxergá-la como outra personagem. Mas isso é um problema pessoal, porém que afeta no julgamento sobre sua atuação.

Como adaptação, a história se torna a parte mais fraca, principalmente pelo fato de estar acostumada com a obra original ter uma pegada mais filosófica do que de ação. Em geral, dá para notar muitas coisas tiradas tanto do filme de 95, dos filmes 2 Innocence, quanto dos animes Stand Alone Complex e Stand Alone Complex 2nd GIG. Há muitas cenas que são iguais às do filme de 95, quase um quadro a quadro. Isso é basicamente fanservice, para que os fãs da obra fiquem mais empolgados.


A personalidade da Major é uma mistura daquela que vemos nas animações: uma pessoa séria e centrada, com aquela do mangá, mais brincalhona e divertida. Se você é muito acostumado com a versão do anime, pode estranhar muitas atitudes que a Major toma no filme. Batou tem as mesmas características daquele que vemos na versão japonesa, principalmente do filme Innocence. O chefe Aramaki já é diferente do que estamos acostumado: muito mais calmo e muito mais calado, mas ainda sim, demonstra seu poder nos momentos mais importantes.

Como ação, é um filme bom, mas não é nada a frente de seu tempo, como foi o de 1995, e não tem como deixar de comparar as duas obras, já que uma é adaptação da outra, mesmo que A Vigilante do Amanhã siga uma história própria.

Minha Opinião

Ele é um filme mediano. Tem um visual muito bonito, com muito neon e coisas futuristas maravilhosas, inclusive as robôs gueixa que são sinistras e bem-feitas. No entanto, a filosofia que a obra carrega é for dummies. Ela é muito fraca, e contradiz o que é mostrado na tela. A partir de agora o que for escrito aqui poderá ser considerado Spoiler. Leia por sua conta e risco.

Durante toda a trama, vemos a Major confusa e em busca de suas memórias perdidas, já que o que ela tem são apenas flashes do seu passado. Entretanto, a filosofia dita pelos personagens é “Você não é definido pelas suas memórias, mas pelas suas ações”. Ou seja, o filme fala uma coisa, mas mostra outra completamente oposta. Seria interessante se no final a Major considerasse que na verdade ambas as coisas são importantes, já que para ela ser quem ela é precisou ir atrás do seu passado. Mas ela acaba por repetir a frase cegamente, mesmo contradizendo seu arco.

Não esperava nenhum filme superfilosófico, feito igualzinho ao original nem nada do tipo. Mas como disse na introdução, esperava que ao menos que A Vigilante do Amanhã mantivesse a essência da obra em que foi adaptada, e isso foi o aspecto mais fraco do filme. O que me decepcionou mais do que eu esperava.

Sei que muita gente gostou, até mesmo fãs do anime e do mangá, assim como teve muita gente ficou decepcionada com o que viu. E eu faço parte desse segundo grupo exatamente pelos motivos expostos acima. Eu dei a chance ao filme, fui vê-lo tentando não comparar ambas as obras - as japonesas e a americana -, fiz de tudo para apreciar como um filme básico para quem não sabe muito sobre a obra, mas o tempo todo ele me jogava na cara “o que você está vendo é igual aquele do Japão, olha essa cena, olha esse cenário, olha essa tomada”.

Existem ótimos filmes de Hollywood com filosofia bem trabalhada. Matrix é um deles. Blade Runner, apesar de um ritmo mais lento, consegue passar a mensagem necessária para sua história. Não há necessidade de fazer uma filosofia tão complexa, apenas não trate quem está assistindo como um idiota que não vai entender a mensagem que está sendo passado.

Talvez se o filme fosse puramente ação, sem essa filosofia barata, consideraria uma ótimo adaptação de um anime para um live-action, mesmo que isso contradizesse meu ponto sobre manter a essência da obra.

terça-feira, 7 de março de 2017

Quadrinhos Dublados de Overwatch

12:00:00 Escrito por Nyu , , No comments
Overwatch tem uma comunidade imensa. Além do pessoal dos ships, também temos diversos artistas que se focam em fazer comédia ou drama com a interação entre os personagens, geralmente em forma de quadrinhos. Mas também temos pessoas que se dedicam a pegar esses quadrinhos e dublar eles, alguns dos quais contam com ótimos dubladores. Separamos alguns dos nossos vídeos favoritos para vocês:






terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pulse e What Does The Fox Say?

Os títulos que indicarei hoje são muito mais webcomics do que manhwas propriamente dito, mas tratarei como o segundo nome para identificar melhor o estilo. Para quem não sabe, manhwas é como são chamado as histórias em quadrinhos na Coréia, assim como o mangá é para o Japão.

Algum tempo atrás fiz uma matéria indicando vários mangás e animes de romance com temática lésbico, que inclusive é uma das postagens de maior acesso do Madness. Enquanto as obras japonesas seguem muito mais a linha de colegial - com algumas exceções -, os títulos apresentados hoje seguem uma linha um pouco mais adulta, com mulheres que trabalham, tem problemas em suas vidas, etc. Entretanto, ambos os títulos ainda estão em publicação no momento em que esta matéria foi postada, então provavelmente você terá que esperar os lançamentos semanais, assim como eu.

E é por esse tipo de matéria que você começa a questionar fortemente que tipo de conteúdo eu ando consumindo e indicando para vocês... sinto muito e vamos lá.

Pulse

Mel é uma médica cirurgiã extremamente competente. Acredita que o amor não existe e por isso é bem desapegada a relacionamentos, preferindo ter encontros apenas para sexo. Em um belo dia, Mel conhece Lynn, uma paciente transferida a pouco tempo para o hospital. Lynn é uma menina alegre, espontânea, mas com sérios problemas cardíacos, e está na fila de espera para receber um transplante de coração. Mas algo nessa paciente mexe com Mel, abalando toda sua filosofia de desapego.

Esse "Grey's Anatomy lésbico tailandês" tem uma ótima história, caminha muito bem e faz um bom desenvolvimento de personagens, seja com seus problemas pessoais, sejam seus relacionamentos - amorosos ou não - com outros. Talvez um dos poucos pontos que incomodam é o fato de no hospital ser quase um antro de personagens homo ou bi, sendo muito conveniente para as pegações de Mel.

Os desenhos são bem bonitos e coloridos, apesar do traço ser do tão conhecido mangá. Por ele ser uma webcomic, suas páginas são compridas, facilitando a leitura para celulares e tablets, mas não recomendo que leiam em publico ou perto de desavisados, porque quando menos se espera há alguma cena mais inapropriada para esse tipo de ambiente.

What does the Fox Say?

Sungji é a mais nova funcionaria de uma empresa de desenvolvimento de jogos. Ela é uma mulher que chama a atenção de todos na empresa, fazendo alguns caírem de amor. No segundo dia de trabalho, Sungji conhece sua gerente, Song Sumin, por quem se apaixona. No entanto, a gerente Sumin tem muitos problemas pessoais, principalmente com a presidente da companhia, Baek.

De inicio, parece uma história simples, sem muita coisa interessante, mas conforme vamos lendo, as coisas começam a ficar instigante e interessante, principalmente por causa da personalidade de Sungji, pois é uma mulher inocente, honesta e simples, e vamos acompanhando seu envolvimento com alguém tão complicado como Sumin e como ela lidará com as situações que aparecem pelo caminho.

A obra conta com uma arte muito bonita. Sungji parece muito com as personagens loiras de filmes americanos, mas ela tem um grande carisma e foge um pouco do estereotipo. O ritmo é bom, a história anda em todos os capítulos, e sempre mostra alguma coisa que aconteceu com Sumin e por quê dela ser como é.

Mas assim como o anterior, não recomendo que leia em publico ou perto de pessoas, exatamente porque já no inicio aparecem cenas nada ortodoxas. Ele é comprido, ótimo para ler em celular e tablets em geral, além de ser colorido.

Se você gosta desse tipo de história, fica ai esses dois como recomendação. Você pode encontrar Pulse clicando aqui, e What does the Fox Say clicando aqui.